sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Mudanças

Meus caros e caras!

Primeiro a má notícia: estou descontinuando este blog. Não sei ainda se isso será definitivo ou temporário. O fato é que senti a necessidade de investir em coisas novas e esta plataforma jã não vai mais suprir em relação ao que quero fazer. Então aqui me despeço de vocês.

Agora a boa notícia: como parte inicial desse novo projeto, meus trabalhos novos serão postados AQUI. Está sendo uma espécie de virada no que tenho feito, não sei por quais caminhos isso irá me levar mas foi uma guinada necessária e inevitável. Espero que apreciem o que virá por ai e obrigado a todos que acompanharam o que postei por aqui durante esse tempo. Até! :)

domingo, 28 de julho de 2013

Storyboard - Infraero

Esse VT foi praticamente um tutorial de voo mostrando passo a passo como funciona uma viagem aérea. E o público era justamente esse: pessoas que estão começando a usar esse trasporte e não sabem patavina de como é o processo. O divertido foi poder fazer uma pintura mais solta, sem preocupações com um acabamento lisinho e com bordas ultra definidas. E o que não foi tão divertido assim foi o prazo, como sempre hahaha! Mas vamos às imagens! Esse primeiro grupo são as cenas todas finalizadas:



Aqui vão os velhos e bons esboços de cada cena. Tem coisa que acabei mudando no final quando fui pintar. Mas processo é isso ai mesmo, se ficar com escrúpulos demais a coisa perde a graça...


E por fim os sketches de estudo que fiz do personagem viajão:


Queria ter colocado os thumbs de cada cena também, mas fui ver e não tenho os abençoados digitalizados. Tenho que procurar depois no meio dos meus entulhos de papéis, se eu conseguir encontrar depois atualizo o post!

terça-feira, 16 de julho de 2013

Mascote Nomimimi

Pronto, agora o mascote fechado com as 3 poses solicitadas pelo cliente :) Bulldoguinho com cara de marrento. A ideia era brincar justamente com o ar desconfiado/sem brincadeira e o ar fofo ao mesmo tempo.


Eis os rabiscos que deram o origem ao bichinho:


E por fim, o link da loja online do fotógrafo Velho Jr., que solicitou o trabalho: www.nomimimi.com.br (vai por mim, o cara é bom!)

quinta-feira, 4 de julho de 2013

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Carros

Sempre tive vontade pintar carros. Tenho até uns desenhos meus dos tempos da pedra com um bando de carros tortos e amassados de tão mal feitos onde tinha colocado essa experiência em prática. Mas depois disso nunca mais tinha feito nada do gênero. Esse foi um trabalho que infelizmente não foi finalizado, mas deu pra pelo menos experimentar uma pintura diferente do que normalmente faço e funcionou como uma retomada dos desenhos de mil anos atrás. Nem tudo foram más notícias nesse caso...




terça-feira, 23 de abril de 2013

Nem tudo é o que parece...

Ilustrações para proposta de campanha a uma empresa de restauração e limpeza automotiva.



Detalhes:


Roughs do ketchup (o aprovado foi o segundo, só estou colocando 2 mas fiz uns 10 rabiscos pra chegar nos que estou colocando aqui):


E aqui o sketch final da cena do ketchup, antes de ir para o Photoshop receber a pintura:



:)

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Forgamom City

Me convidaram para criar alguns concepts de cenário para o game Asthia Quest da Harpa Game Studio, um estúdio brasiliense que está com umas ideias bacanudas! Esse aqui foi o primeiro que fiz para uma das cidades do jogo, como a ambientação é mecânica/eletrônica eu acabei usando referências nesse sentido como placas de circuito impresso e componentes eletrônicos por exemplo. Tem mais um concept que está quase pronto e logo posto ele aqui. Coisas bacanas andaram acontecendo e isso me anima ainda mais a postar :)


segunda-feira, 25 de junho de 2012

Talento disfarçado de travessura

Essas duas ilustrações foram feitas para uma proposta de campanha à Cia Athletica com redação e conceitos vindos da mente maquiavélica de Thiago Monteiro (que ele não saiba que estou falando isso rsrs). Curti muito criar as imagens dos pestinhas, principalmente da garota com o vovô. Aliás, coitado do velhinho, nunca mais vai querer ficar perto da neta!





Aqui vocês podem dar uma espiada nas peças com a direção de arte e os textos.

See you soon guys!

terça-feira, 15 de maio de 2012

Aurub e a Chave-mestra

Essa é uma personagem de um projeto pessoal no qual venho trabalhando. Como qualquer projeto paralelo, está caminhando de forma lenta, mas pelo menos tenho tido a possibilidade de sempre poder fazer uma parte, nem que seja uma meia horinha por dia. O que posso adiantar é que se trata de uma HQ para internet. Conforme o andamento do projeto vou postando algumas prévias aqui.


Esses 4 esboços acima foram os primeiros que fiz logo que conclui a parte escrita de criação da personagem - com todas aquelas informações sobre quem é, de onde vem, o que faz, idade, etc... - e do começo da história, mas nesses primeiros desenhos a ideia de que ela é uma guardiã e tem ligações com energias mais sutis no universo em que se passa o enredo (quem quiser pensar em termos de divino não tem problema, não exatamente isso, mas acredito que pode ser entendido dessa forma também) estava mais forte na minha mente do que a ideia de que ela além de uma guardiã é também uma guerreira. Não do tipo que empunha uma espada de 3 metros, mas ainda assim uma guerreira. Nesses sketches não coloquei nenhuma indumentária nela que fosse condizente com isso, as roupas são muito mais semelhantes às de uma sacerdotisa/deusa do que uma guardiã/guerreira. Assim o primeiro concept colorido acabou ficando com essas características:


Mas fui mudar de ideia quando percebi, fazendo a colorização do concept anterior, que ela estava um pouco fora do conceito criado. Então repensei o que ela representava dentro da história e fiz novos esboços, focando nas duas características: uma guardiã, mas também uma guerreira. Ah, aqueles detalhes de armadura no esboço que tem uma espada foram feitos depois de perceber que o concept não estava adequado. Fiz alguns estudos rápidos para decidir por uma pose e cheguei a outro sketch:


Refinei o sketch acima, mudando alguma ou outra coisinha - como a posição da perna direita dela - e acrescentando todos os detalhes possíveis. É interessante nessa fase tentar deixar o máximo de coisas no desenho resolvidas justamente para depois não se perder tempo com refações ou tentando acertar um detalhe que não ficou muito bom no esboço. Melhor fazer essas alterações ainda na fase inicial. Tempo é algo muito precioso pra ser desperdiçado.


E finalmente parti para a pintura. Essa sim é a fase onde paciência é a palavra-chave. Não faço ideia de quanto tempo levei, até por que fiz essa ilustração em vários momentos então é difícil precisar quantas horas gastei ao todo. Mais de 20 horas eu tenho certeza que gastei :)


Espero que tenha dado pra expor pelo menos de forma resumida como mais ou menos funcionou o processo de criação da personagem, aqui não foquei tanto na pintura, mas sim na questão de se manter fiel ao que é definido no conceito do personagem, ao seu contexto e background. Fico então devendo o processo de pintura, me cobrem! Se quiserem perguntar alguma coisa mandem bala, a parte de comentários está ai pra isso mesmo. Até!

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Algumas palavras sobre desenhos realistas

Eu sempre acompanho as estatísticas das visitas aqui do blog pelo Google Analytics e as postagens que ganham disparadas em visitas são sempre as que têm "Desenhos Realistas" no meio do título ou no corpo do texto. E não são desenhos realistas no sentido de criar a partir de conhecimentos sobre o desenho acadêmico, são desenhos feitos como reprodução de imagens. Já vou deixar bem claro desde o início do post que não estou diminuindo a importância ou a habilidade de um artista que trabalha dessa forma, o que pretendo é levantar alguns questionamentos. Pensei com meus botões: por que temos essa obsessão tão grande com a perfeita representação do mundo à nossa volta? Por que permanecer preso à nossa suposta realidade quando temos a possibilidade de ultrapassar essa barreira e fazer o que nossa mente criativa nos diz, muitas vezes até mesmo intensificando o poder expressivo de um trabalho?

Meus antigos desenhos onde o que mais importava pra mim era conseguir fazer as reproduções mais perfeitas possível. No máximo eu fazia algum adereço diferente, ou fazia brincadeiras com o fundo ou com o nome do artista. Hum, todos os homens que desenhei ou mostram apenas o rosto ou aparecem devidamente vestidos. Bem observado meu caro Watson, isso deve significar alguma coisa...

Daí meus botões resolveram falar comigo de volta e começamos um diálogo deveras produtivo. Uma das coisas que passou pela minha massa cinzenta foi que esse gosto tão forte pelo realismo parece atacar de uma forma mais intensa quando se está começando a ilustrar, ou melhor, a desenhar. Faço essa distinção por que ilustrar e desenhar são coisas diferentes, embora sejam igualmente formas de expressão artística visual. A ilustração necessariamente possui uma função, ela é criada para comunicar e facilitar a compreensão de algo, seja uma ideia ou um conceito, através da linguagem visual, independente do mercado na qual será utilizada (editorial, publicitário, games, cinema, animação...). O desenho em si não depende de um cliente determinado e nem sempre está preocupado com a objetividade de comunicar alguma coisa. Pode ser que o sujeito só queira rabiscar descompromissadamente. Toda ilustração pode ser considerada um desenho no sentido mais amplo do termo, mas nem todo desenho pode ser considerado uma ilustração. Feita essa distinção, me parece que o desejo de ter o "poder" de representar o mundo real é o santo graal de quem está começando no desenho. Até mesmo a familiaridade com nossa própria imagem e com nossa própria espécie ajuda a intensificar esse interesse. Foi assim comigo e acredito que aconteça com muita gente. Eu adorava pegar aquelas fotos, me debruçar sobre o papel com lápis de trocentas graduações diferentes e passar horas e horas observando e reproduzindo a imagem, tentando captar seus mínimos detalhes. Claro que o artista que segue essa linha de trabalho produz obras maravilhosas. Gombrich em seu famoso livro A História da Arte faz um belo comentário sobre esse gosto de muitos pelo realismo:
Querem admirar a perícia do artista em representar as coisas tal como elas as vêem. Gostam mais das pinturas que "parecem reais". Não nego, é claro, que essa é uma consideração importante. A paciência e a habilidade que contribuem para a reprodução fiel do mundo visível são, por certo, dignas de admiração. Grandes artistas do passado dedicaram muito trabalho à execução de pinturas em que todos os pormenores, mesmo os minúsculos, estão meticulosamente registrados. (p. 24)
Concordo plenamente, mas há outro ponto a ser levantado e é um questionamento feito pelo próprio autor: um desenho é menos perfeito por que possui menos detalhes? Ou por apresentar alguma distorção? Muito pode ser feito nesse sentido a fim de se alcançar uma maior força expressiva no desenho. Acho brilhante, logo em seguida, quando Gombrich fala sobre essas distorções e faz uma analogia com os filmes animados da Disney e com as HQs:
[...] às vezes é certo desenhar coisas de um modo diferente do que elas se apresentam aos nossos olhos, modificá-las ou distorcê-las num ou noutro sentido. O camundongo Mickey não se parece muito com um camundongo verdadeiro. No entanto, as pessoas não escrevem cartas indignadas aos jornais criticando o comprimento da cauda de Mickey. Os que penetram no mundo encantado de Disney não estão preocupados com a Arte com A maiúsculo. Não assistem a seus filmes armados dos mesmos preconceitos com que visitam uma exposição de pintura moderna. Mas se um artista moderno desenha alguma coisa à sua maneira, está sujeito a que o considerem um trapalhão, incapaz de fazer coisa melhor. (p.25)  
Na esquerda: Gunnm, mangá de Yukito Kishiro e A Piada Mortal ilustrada por Brian Bolland. No primeiro exemplo, as linhas cinéticas deformam e intensificam os movimentos e no segundo as expressões do Coringa são propositalmente exageradas para captarmos sua personalidade insana. Na direita Meu Malvado Favorito e A Noiva Cadáver. Na animação é muito comum o uso de figuras caricatas. E tanto nos movimentos quanto nas expressões há a distorção com a finalidade de tornar ainda mais expressivas as atitudes dos personagens.

Esse exercício de se despir de preconceitos pode acabar se revelando muito produtivo e vai abrir os olhos para novas formas de expressão. Que tal usar o conhecimento técnico sobre desenho acadêmico para criar os próprios trabalhos sem se apegar à fiel reprodução de uma imagem, de uma cena? Eu pessoalmente não me vejo mais fazendo retratos realistas da forma como eu fazia há 6, 7 anos atrás. Alguém pode me compreender mal nesse ponto: obviamente não estou dizendo com isso que acho uma perda de tempo estudar todas as técnicas tradicionais de desenho, muito pelo contrário, é de VITAL IMPORTÂNCIA ter um bom conhecimento de anatomia, perspectiva, luz e sombra, teoria das cores, composição... Eu não negaria isso nem que tivesse perdido completamente minha sanidade. Minhas ponderações são mais um convite a explorar outros caminhos dentro das possibilidades que esse estudo permite. Hoje a reprodução nos menores detalhes somente não me satisfaz mais. De certa forma ela te priva da liberdade de fazer experimentações, priva o artista - ou aspirante - a pegar outras estradas em seu amadurecimento. E se o sujeito quer se enveredar pelo mundo da ilustração, fazer reproduções maravilhosas do mundo à nossa volta e ser um mestre nas técnicas que utiliza pode não ser o suficiente. Não se esse mesmo sujeito não tiver a capacidade de lidar com conceitos e representar ideias. Lembra que lá no começo fiz uma tentativa sutil de mostrar a diferença entre desenho e ilustração? Então. É ai que acredito existir um pequeno risco, que é o do desenhista/artista acabar se deixando levar pelas técnicas somente e deixar o conceito e a ideia de lado. E para onde vai o poder de abstrair, de subverter a ordem das coisas, de transformar o natural, o "real"  em outro produto, em algo diferente?

Eu não sei quanto a você caro leitor, mas na minha opinião a melhor parte do estudo acadêmico é a posterior, aquele momento em que deixamos nossa mente livre para gerar imagens sem se apegar às coisas como elas são à nossa volta. Imagino que o caminho mais interessante, como não poderia deixar de ser, é o mastigado equilíbrio. Por que dependendo do estilo no qual se trabalhe, uma carga maior ou menor de realismo vai ser exigida e o profissional terá que mesclar sua capacidade de lidar com conceitos com seu apuro técnico. Há mercado para todos os tipos de traços, pois o mundo da comunicação não vai jamais se limitar somente a um dialeto da linguagem visual. Então vamos tentar nos livrar dessas amarras e explorar novas formas de se expressar, tenho certeza que coisas muito boas podem surgir dessa experiência.

Bons rabiscos a todos! :)

Bibliografia consultada:

ANTUNES, Ricardo e outros autores. Guia do ilustrador. 2007. Disponível em: http://www.guiadoilustrador.com.br/

GOMBRICH, E. H. (Ernest Hans). A História da Arte. 16. Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Demon

Essa pintura eu fiz bem rápido pra treinar mesmo - ando com essa coisa de concept art na cabeça, então já viu... Tenho uma pasta no computador onde sempre vou jogando esse tipo de material, minhas experiências de laboratório. Devagar vou tirando a poeira delas e postando. :)


terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Storyboard Codemig

Mais um trabalho feito na virada de um dia para o outro - coisa mais que comum quando se trabalha pra publicidade: um storyboard de um VT pra Codemig sobre os benefícios da exploração do gás natural em Minas Gerais. Uma coisa que eu acho bacana quando o trabalho é a toque de caixa - sim, ainda consigo ver pontos positivos em prazos loucos - é que isso não permite que se fique lapidando ad infinitum as ilustrações :) Bom, não sei quantos de vocês têm esse problema (ou será que nem é um problema?) mas eu tenho. E isso às vezes me irrita de verdade...


Cliente: Codemig
Agência: DeBrito Propaganda

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Back cover do álbum Phostuman Times



Esse foi um trabalho rápido que fiz ainda no ano passado. É um álbum de música eletrônica com laivos de jazz dos bons pra animar os ouvidos. Daí o que ficou por minha conta foi fazer uma pintura sobre a foto do bebê na capa de trás do álbum. Tem uma relação de leve com a temática cyberpunk, mas nada exagerado. Ai vai o detalhe do trabalho de pintura:


Quem quiser conhecer o trabalho do Fernando Arruda é só clicar aqui.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Zeitgeist: Moving Forward

Não sei se essa sensação é só minha ou se há outras pessoas que também a sentem. É que de uns tempos pra cá não tem dado pra olhar à minha volta sem notar que tem alguma coisa errada com o mundo. Não estou querendo chamar a atenção ou dar uma de revoltadinho, nada disso, hahaha! Trata-se de um sentimento sincero mesmo, acho que a graduação deve ter provocado algum curto-circuito no meu cérebro e comecei a pensar demais sobre nós como seres humanos e o ambiente ao nosso redor. Ou as trocentas leituras que acabamos fazendo durante o curso, enfim...

Mas qualquer que seja o motivo dessa "pala", voltemos ao ponto. Eu tenho visto algumas produções que metem o dedo na ferida e elas me fazem sentir que, se essa intuição do "algo errado" não for válida, ao menos não sou um louco solitário. A série de filmes Zeitgeist faz parte dessas produções que citei. Já havia visto os outros dois filmes anteriores (Zeitgeist: The Movie e Zeitgeist: Addendum) e o terceiro, Zeitgeist: Moving Forward, lançado este ano, está tão interessante quanto os outros. Vamos à sinopse que eu retirei do próprio material de divulgação do filme disponibilizado na internet:

Zeitgeist: Moving Forward, do diretor Peter Joseph, dá continuidade a um longo trabalho documental que se propõe a apresentar um caminho para a necessária transição do atual paradigma socioeconômico monetário que rege a sociedade no mundo inteiro. Este tema transcenderá questões de relativismo cultural e ideologias tradicionais e passará a estabelecer, como objetivo central, o redesenho de uma empírica vida na Terra em nome da sobrevivência humana e social. Ao invés de continuar desafiando as imutáveis leis naturais, o objetivo é criar um novo paradigma de sustentabilidade social denominado “economia baseada em recursos”.

O filme contará com especialistas nas áreas da saúde pública, antropologia, neurobiologia, economia, energia, tecnologia, ciências sociais e outros temas relevantes que dizem respeito às áreas socioculturais. Os três temas centrais do documentário são: Comportamento Humano, Economia Monetária e Ciências Aplicadas. Juntando estes temas, o documentário cria um modelo de compreensão do atual paradigma social; o porquê de ser fundamental sair dele – junto com uma abordagem social nova e radical, porém prática, baseada em conhecimentos avançados que resolveriam os atuais problemas sociais enfrentados pelo mundo contemporâneo. 

Todos os 3 filmes foram produzidos sem fins lucrativos, portanto podem ser baixados ou assistidos gratuitamente. Vou deixar a versão do You Tube aqui com as legendas pra quem tiver interesse em assistir o terceiro filme. Acho que questionar é sempre válido e mesmo que a solução apresentada ao final do filme possa levar a discussões calorosas se é o caminho certo ou errado vejo o questionamento como um belo pontapé inicial. Isso por si só já vale o trabalho independente do pessoal que produziu o filme.



Site oficial brasileiro: zeitgeist3.com.br/

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Pinturas em tons de sépia

Essa são duas imagens de uma leva que tenho feito de forma rápida, experimentando processos diferentes no Photoshop e tentando não abusar de detalhamentos e nem de uma finalização muito perfeitinha. É a ideia de tentar soltar o traço, deixar a mão mais livre. Devo ter levado de 30 a 40 minutos em cada uma das imagens. Aqui usei somente dois tons de cor mais o branco. Deixei cada uma dessas cores em uma camada separada. Outra coisa bacana é que trabalhar sobre um fundo colorido acaba acrescentando um tom a mais no desenho, preenchendo quase que automaticamente um dos meio-tons na imagem. É o mesmo processo de ilustrar usando papel colorido.



quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Poster 3 de 3 - Freedom

E o último poster pra fechar a série:





E só pra lembrar e não deixar de também vender o peixe: qualquer um dos 3 posters podem ser adquiridos aqui, ok?
:)

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Poster 1 de 3 - Censura da Alma

Tá complicado conseguir time pra atualizar esse blog, mas vamos dando um jeitinho de postar nos tempos livres (como nos dias em que as pessoas não atendem o telefonemas, não respondem e-mail e te deixam no vácuo, hahaha). Voltando ao post, este foi um projeto colaborativo levado a cabo juntamente com o amigo designer e publicitário Gabriel Castilho. Ele me convidou pro desafio e eu embarquei. A proposta foi fazer uma simbiose entre os nossos estilos de trabalho, onde expressamos sentimentos e conceitos por meio de técnicas tradicionais e digitais. O resultado foram 3 posters que irei colocar aqui separados, um pra cada post, durante essa semana. Foi muito bacana pela interação de dois caminhos visualmente diferentes. E fazia um tempo que eu não finalizava uma ilustração totalmente com grafite, como há alguns anos atrás. Ah, mas chega de falar, vamos ver o resultado dessa empreitada (vou colocar primeiro a ilustração original à lápis e depois o poster pronto), esse foi o primeiro deles: